• 1)
Escolha da área: deve ser seguida de medição da área e mapeamento, para saber a
declividade, áreas com rochas, áreas alagadas, etc.
• 2) Amostragem e análise do solo: imprescindível para o sucesso da pastagem. Devem ser feitas duas amostragens - de 0 a 20 centímetros e outra de 20 a 40 centímetros de profundidade.
• 3) Escolha da espécie forrageira: deve-se conhecer o solo e o clima para poder escolher. Além disso, devemos analisar para a escolha da planta forrageira o objetivo do uso da pastagem; para qual espécie e categoria animal destina-se; qual será a forma de utilização (feno, silagem, pastejo); forma de multiplicação (mudas ou sementes); facilidade de estabelecimento ou de germinação; resistência à seca e à geada e tolerância às pragas, às doenças, ao pastejo e ao corte.
• 4) Planejamento: deve ser feita uma programação antecipada das operações necessárias, início e final das mesmas, os insumos necessários (para poder barganhar preços), custos.
• 5) Limpeza do terreno: deve ser retirada a vegetação residente no local (lavouras, pastagens degradadas, ervas espontâneas, etc.) para que o pasto se estabeleça melhor, sem competição. Não esqueça das licenças ambientais.
• 6) Correção do solo: compreende a calagem, gessagem, fosfatagem, e outros nutrientes necessários. Existem muitas variáveis para se alcançar o melhor rendimento, por isso é importante o acompanhamento de profissionais.
• 7) Preparo do solo: deve ser decidido, dependendo das características de solo e maquinário disponível, se haverá ou não preparo do solo e, se sim, como será feito (mínimo, convencional, direto).
• 8) Compra de sementes/mudas: deve-se observar o valor cultural das sementes, presente no rótulo. Procurar sementes sempre de empresas idôneas. Para mudas, observar a idade, a quantidade necessária, como será feito o transporte e o armazenamento até a época de plantio.
• 9) Semeadura e/ou plantio: a semeadura deve ser feita na época mais recomendada para cada região. Pode ser feita a lanço com posterior cobertura das sementes (maior rendimento operacional), ou em linha, com deposição do adubo fosfatado junto com a semente.
• 10) Manejo de formação de pastagens: recomenda-se o primeiro pastejo entre 70 e 100 dias após o plantio da pastagem, colocando uma alta pressão de pastejo por curto espaço de tempo para estimular o perfilhamento para cobrir rapidamente o solo.
• 2) Amostragem e análise do solo: imprescindível para o sucesso da pastagem. Devem ser feitas duas amostragens - de 0 a 20 centímetros e outra de 20 a 40 centímetros de profundidade.
• 3) Escolha da espécie forrageira: deve-se conhecer o solo e o clima para poder escolher. Além disso, devemos analisar para a escolha da planta forrageira o objetivo do uso da pastagem; para qual espécie e categoria animal destina-se; qual será a forma de utilização (feno, silagem, pastejo); forma de multiplicação (mudas ou sementes); facilidade de estabelecimento ou de germinação; resistência à seca e à geada e tolerância às pragas, às doenças, ao pastejo e ao corte.
• 4) Planejamento: deve ser feita uma programação antecipada das operações necessárias, início e final das mesmas, os insumos necessários (para poder barganhar preços), custos.
• 5) Limpeza do terreno: deve ser retirada a vegetação residente no local (lavouras, pastagens degradadas, ervas espontâneas, etc.) para que o pasto se estabeleça melhor, sem competição. Não esqueça das licenças ambientais.
• 6) Correção do solo: compreende a calagem, gessagem, fosfatagem, e outros nutrientes necessários. Existem muitas variáveis para se alcançar o melhor rendimento, por isso é importante o acompanhamento de profissionais.
• 7) Preparo do solo: deve ser decidido, dependendo das características de solo e maquinário disponível, se haverá ou não preparo do solo e, se sim, como será feito (mínimo, convencional, direto).
• 8) Compra de sementes/mudas: deve-se observar o valor cultural das sementes, presente no rótulo. Procurar sementes sempre de empresas idôneas. Para mudas, observar a idade, a quantidade necessária, como será feito o transporte e o armazenamento até a época de plantio.
• 9) Semeadura e/ou plantio: a semeadura deve ser feita na época mais recomendada para cada região. Pode ser feita a lanço com posterior cobertura das sementes (maior rendimento operacional), ou em linha, com deposição do adubo fosfatado junto com a semente.
• 10) Manejo de formação de pastagens: recomenda-se o primeiro pastejo entre 70 e 100 dias após o plantio da pastagem, colocando uma alta pressão de pastejo por curto espaço de tempo para estimular o perfilhamento para cobrir rapidamente o solo.
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